O designer da multidão

Pra não falarem que eu faço as coisas e não mostro pra ninguém – ou mesmo que eu não faço nada – segue um videozinho que tive que fazer correndo para fins acadêmicos. É uma pequena reflexão sobre a cidade, baseada num texto de Edgar Alan Poe, “O homem da multidão”.

http://www.szilag.com/senac/o-designer-da-multidao.flv

Também postei lá no YouTube, mas ficou com qualidade inferior.

[atualizado: 22/07/2010] Vídeo inserido no festival HTTPvideo.

HTTPvideo

4 comentários para “O designer da multidão”

  • Rodrigo Santos em 09.10.2008 às 9h36, disse:

    Muito louco Bill
    Parabéns!!!

  • Fábio Ayrosa em 12.10.2008 às 15h41, disse:

    Aee bill….
    Muito bom mesmo…

    Abraços

  • Erick Souza em 15.10.2008 às 14h56, disse:

    Ficou f*** o vídeo hein. parabéns. :-)

    Abs.

  • Mili Szilagyi em 21.10.2008 às 12h19, disse:

    Isso nos faz realmente refletir coisas como, “sera possível que sou apenas mais um em meio a multidão?” acho que isso só depende de cada um, e quando vc para pra observar os outros começa a se questionar, qual o sentido disso ou daquilo, parecem formigas em um aquário com aqueles tubos de locomoção. Cada um tem sua respectiva vida, família, amigos, amigos de amigos, e algumas coisas passam a ser tao insignificantes e ai vc pensa.. e eu faço parte disso… o que é insignificante pra mim pode ser a única coisa que alguem deposita esperança. Penso no quanto a sociedade se impõe conseqüente ou inconseqüentemente a globalização e até mesmo ao imperialismo de países como EUA (na verdade é só a ele mesmo) sem se questionar o porque de tantas coisas. “Na verdade é assim porque tem que ser” Nós que moramos num pais como o Brasil somos realmente obrigados a nos prostrar aos “poderosos”? Infelizmente é o que tudo indica. E acabamos vivendo isso, e girando em torno dessa globalização. Como dito no vídeo, “as vezes pareço estar de fora, mas faço parte também” é inevitável, ao menos onde vivemos. Geralmente eu me revolto com preços que chegam ao Brasil até 4 vezes mais do que em dólares. As taxas alfandegarias de até 60% do valor de produtos que não são fabricados no Brasil, e por incrível que pareça eu prezo sim pelo patriotismo e me envergonho por brasileiros que abrem um comercio ou lançam uma marca no Brasil com nome Americano. Acabei fugindo do contexto principal do vídeo, mas me fez pensar no quanto temos que viver nossa vidinha de sempre, por um lado sendo marionetes do governo e por outro por nossa própria vontade e acomodação diária, tornando-se assim mais um em meio a multidão. Obs. Apesar de tamanha revolta, não sou hipócrita a ponto de dizer que não tomo coca-cola, ou que o lanche do Mc Donald’s é ruim, a Apple é uma marca-de-total-comodidade-a-sociedade-consumista-de-aparelhos-supérfluos. huahuahuaa Quem vai dizer que viveríamos sem a Microsoft por exemplo? A questão de tudo isso é se realmente vale o preço. Alias o problema não é tanto esse e sim as taxas e impostos que somos obrigados a pagar, a não ser que vc viaje ao menos 2 vezes ao ano para o Exterior para fazer suas comprinhas (H) PARABÉNS PELO VÍDEO ;) Acho que vai muito de cada um ser ou não mais um fantoche moldado pela sociedade. Lutar contra o governo e as leis é difícil, vencer é coisa de outro mundo. Mas os nossos valores, esses ninguém toma. :)

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